Que lugar é esse? Aliás, que lugar FOI esse?

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Sonhei que… (Pede-se que nos detalhes, atenção, preste-se)

Estava num dentro de um imenso, gigantesco edifício. Certamente era domiciliar, porque estava dentro de um apartamento, na casa de alguém.  Estava sozinho naquela casa; aparentemente toda família que lá residia, havia viajado… E por algum motivo lá dentro estava.

 

Aproveitei-me para vasculhar as janelas do poente e nascente.

Através do poente era certo que o edifício encontrava-se ao redor de um rio, com manguezais e não obstante feito de concreto; não agredia a natureza, tanto em termos de paisagismo como urbanístico. Ao redor não havia ruas, praças, avenidas. Simplesmente só havia a natureza.

O horário era algo próximo de 16 horas de um sonho.

No nascente; a pessoa que arquitetou tal edifício permitiu uma evidência: o edifício ficava de frente a montanhas, destas; nas pontas havia neve. E para alcançar tais montanhas, era preciso atravessar um deserto de areia.

Habitat interessante – comento.

Ao descer do edifício, devido à curiosidade. O elevador parecia bastante moderno, e como se não bastasse, as teclas com a função em escolher o andar do prédio desejado, prometia não só levar ao andar pretendido, como ir para qualquer lugar do tempo/espaço.

Apesar da tentação, eu apenas apertei “T” de térreo.

Ao descer vi coisas incríveis. Muitas pessoas animadas, e no próprio térreo havia um imenso clima de “barzinho”, pareciam lojas oferecendo serviços, entretanto as pessoas lá não estavam interessadas em vender ou consumir. Na verdade as pessoas se interessavam em trocar figurinhas, em perguntar de onde você vem e qual é a sua história.

Antes que me perguntassem, fui até um senhor com a intenção de perguntar: “como é possível retornar para este local novamente?”. Mas, antes eu precisava saber onde eu estava. Olhava ao redor e sentia um imenso horizonte, com diversas pessoas, de diferentes épocas. “Foi um belo encontro”; pensei.

O senhor que havia tentado dialogar, não conseguia me falar coisa alguma, devido ao imenso burburinho.  Ao me aproximar mais do senhor, tentando ouvir melhor. Ele disse algo como:

“Da mesma forma como você chegou aqui…”

– Sim, mas eu gostaria de saber, onde fica esse lugar. – Perguntei a ele:

– Da mesma forma que você chegou aqui. – Ele respondeu. – Acredito que não entendera minha pergunta e repeti:

– Onde fica esse lugar, ou… fica perto de algum lugar esse edifício?

“Para você retornar aqui, basta você fazer do mesmo modo como conseguiu chegar aqui”.

Constrangido a ponto de não querer perguntar novamente; acabei me perdendo em divagações e minha visão perdeu o foco.

Acordo.

 

 

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