Saturno

Exclusivamente hoje fui dprmir com a consciência de que há anos luzes saturno está apontado para mim (quanto egocentrismo) eu estou apontado para saturno. Há mil significados, contudo escolherei aquele que meus sonho direcionar, Porque te amo, infinito.

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A viagem para Argentina

explosão espacial

Sonhei que… (veja como são as coisas, ou como as coisas são)

Há aproximadamente dois anos atrás, havia dito para mim mesmo:

“Amanhã vou numa agência de turismo, e faço o pacote promocional para a Argentina, fechou.”

No noite, tive um sonho:

Sonho que eu participava de uma guerra interplanetária – Sci-fi – porém, bem realista.

Estava numa nave espacial, numa torre de controle, onde todas as decisão eram tomadas lá.

Era uma guerra, isso significa que estávamos numa iminente batalha e aquele clima de tensão beligerante reinava.

Após sucessivas notícias péssimas sobre nosso “time”, estávamos prestes a perder a guerra inteira, até que… A oportunidade aconteceu.

Descobrimos exatamente onde ficava a principal base dos inimigos, entretanto, estávamos desmunidos de munição.

Aí alguém levantou uma brilhante e perigosa ideia:

“Se colocarmos essa presente espaçonave contra o base dos inimigos… terminaríamos a guerra, e haveria paz.”

Estava acompanhado de mais quatro pessoas, até então, nunca os avistara antes.

O dilema em se chocar contra a base inimigo era uma missão suicida, ou seja, exigiria nossa morte. Mas o que significa a morte de cinco pessoas, para o final de toda uma guerra.

Logo; decidimos aceitar a missão, decidimos nos sacrificar para terminar a guerra.

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O interessante é que alguém projetava e programava o choque e nos detalhes falados era evidente toda uma linguagem científica no meu sonho. Falava-se muito transformação da energia cinética para energia potencial e bastava o choque entre a nave com a base inimiga para uma destruição eficaz.

E assim fizemos:

Lembro-me muito bem de todos os detalhes da queda, e de aceitar a morte como sacrifício.

Era agonizante perceber que estávamos caindo… impotentes, apenas esperando a morte.

“Deve ser a mesma sensação da queda de um avião”. Pensei.

Ao acordar deste sonho, desisti totalmente de viajar.

E não se soube-se notícias de avião qualquer caído.

O fantasma que há em você

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Sonhei que…

Na minha infância-mendigo; infância de descobertas e experimentações alquímicas de todo tipo de reação química e psicológica: Vivi numa casa, o primeiro lar é sempre inesquecível.

Na vizinhança, havia outras casas arquitetonicamente semelhantes; e numa delas; a casa que sempre tive receio; estava mais abandonada do que de costume – ao menos -, mais abandonada do que a última vez que lá estive; fazia muito tempo.

Através de uma curiosidade infantil; revi a parte de fora da casa, pois mesmo no sonho sequer tive curiosidade em adentrar na casa abandona.

Olhando pela janela, vi alguns vultos; tive de me concentrar o bastante para presenciá-los. Todo vulto tem um princípio de dúvida, pois é abstrato e súbito demais; assim como a vida.

Ao focar demasiadamente no ritmo em que o vulto se movia; pude perceber que era uma garota; uma garotinha. Estava perdida naquela casa, estava perdida na sua própria consciência.

Todo fantasma não sabe que é um fantasma, pois: A natureza das formas humanas que surgem no sonho e nas visões, daí se conclui que em todo homem existe um princípio vital e um fantasma. Somente aquele que viaja em si mesmo sabe distinguir a verdade de sua sombra.

E naquele momento de temor; uma informação onisciente vinha a mim:

“Aquela garota não fazia ideia de que era um fantasma, não fazia ideia de que estava perdida. Estava perdida em um passado tão distante. E somente o poder dos sonhos pode curá-la.”.

Ainda observando na janela, ela me viu… e aproximava-se lentamente.

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Num sopro de susto, o terror que percorria meu estado trêmulo; senti medo e me afastei da janela. A garota pálida, com seu vestido branco do típico fantasmagórico continuava encarando-me.

Acordei e pensei:

“Tenho de resgatá-la”.

Maldoror: Despertar e Acordar.

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O lugar era sagrado, mas nem tanto.

Quando se está sonhando, simplesmente não é possível entender como você chegou naquele “lugar”, naquele “momento”.

E na busca pelo meu alter-ego, manifestou:

– Há uma diferença. – Disse Maldoror. – Entre despertar e acordar.

– Qual seria, Maldoror. – Perguntei com uma angústia inquieta. – Qual seria?

– Quando… – Disse Maldoror olhando com seus olhos de névoa e semblante enfeitiçado. – Quando estais a acordar, simplesmente fazes um acordo com a realidade que te cercas. É um acordo, por conseguinte há conforto e conformismo com uma realidade queres  acreditar.

– Mas, Maldoror…

– Não hás de me interromper. – Sentenciou Maldoror. – Já quando estais a despertar; estais bem mais perto de te alcançares. Estais num breve levanto, acometido de uma realidade capaz de fugir do teu controle…

– …

– Perca o controle.

Que lugar é esse? Aliás, que lugar FOI esse?

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Sonhei que… (Pede-se que nos detalhes, atenção, preste-se)

Estava num dentro de um imenso, gigantesco edifício. Certamente era domiciliar, porque estava dentro de um apartamento, na casa de alguém.  Estava sozinho naquela casa; aparentemente toda família que lá residia, havia viajado… E por algum motivo lá dentro estava.

 

Aproveitei-me para vasculhar as janelas do poente e nascente.

Através do poente era certo que o edifício encontrava-se ao redor de um rio, com manguezais e não obstante feito de concreto; não agredia a natureza, tanto em termos de paisagismo como urbanístico. Ao redor não havia ruas, praças, avenidas. Simplesmente só havia a natureza.

O horário era algo próximo de 16 horas de um sonho.

No nascente; a pessoa que arquitetou tal edifício permitiu uma evidência: o edifício ficava de frente a montanhas, destas; nas pontas havia neve. E para alcançar tais montanhas, era preciso atravessar um deserto de areia.

Habitat interessante – comento.

Ao descer do edifício, devido à curiosidade. O elevador parecia bastante moderno, e como se não bastasse, as teclas com a função em escolher o andar do prédio desejado, prometia não só levar ao andar pretendido, como ir para qualquer lugar do tempo/espaço.

Apesar da tentação, eu apenas apertei “T” de térreo.

Ao descer vi coisas incríveis. Muitas pessoas animadas, e no próprio térreo havia um imenso clima de “barzinho”, pareciam lojas oferecendo serviços, entretanto as pessoas lá não estavam interessadas em vender ou consumir. Na verdade as pessoas se interessavam em trocar figurinhas, em perguntar de onde você vem e qual é a sua história.

Antes que me perguntassem, fui até um senhor com a intenção de perguntar: “como é possível retornar para este local novamente?”. Mas, antes eu precisava saber onde eu estava. Olhava ao redor e sentia um imenso horizonte, com diversas pessoas, de diferentes épocas. “Foi um belo encontro”; pensei.

O senhor que havia tentado dialogar, não conseguia me falar coisa alguma, devido ao imenso burburinho.  Ao me aproximar mais do senhor, tentando ouvir melhor. Ele disse algo como:

“Da mesma forma como você chegou aqui…”

– Sim, mas eu gostaria de saber, onde fica esse lugar. – Perguntei a ele:

– Da mesma forma que você chegou aqui. – Ele respondeu. – Acredito que não entendera minha pergunta e repeti:

– Onde fica esse lugar, ou… fica perto de algum lugar esse edifício?

“Para você retornar aqui, basta você fazer do mesmo modo como conseguiu chegar aqui”.

Constrangido a ponto de não querer perguntar novamente; acabei me perdendo em divagações e minha visão perdeu o foco.

Acordo.

 

 

O Espelho

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Sonhei que…

Estava numa espécie de camarim.

Sentado em frente a um espelho – sem sequer conseguir ver a mim mesmo.

De repente, prestei atenção. Toda a atenção de uma vida que pude prestar para des-velar aquilo que havia de embassado, deturpado no espelho.

Era como olhar nos olhos de uma névoa.

Eu vi algo, eu juro, eu vi algo, mas não consigo lembrar.

Fiquei tão assustado que acabava de me dar conta que estava num sonho:

Alguém num camarim, batia a porta e dizia: “O show vai começar, o show vai começar”. Parecia que estavam esperando pela minha presença no espetáculo.

Eu tinha de lembrar o que eu havia visto no espelho, daí resolvi escrever uma carta para mim mesmo; para que eu pudesse lembrar algum dia.

Eu acordei, e a carta está perdida em mim.

O salto

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Sonhei que…

 

Estava na minha antiga casa – lugar sagrada por todos as minhas experimentações alquímicas desde criança.

Enquanto estava na varanda, olhava para o céu; aquele céu cinza e melancólico. Percebi que na rua era notável a ausência de fios de alta tensão, assim como não ventava; sopro algum!

Percebi que era um sonho e numa grande excitação disse a mim mesmo:

“Mas se for um sonho, eu posso fazer o que quiser aqui…”

Seguindo tal premissa, fui até a caixa da piscina, perto do muro e pulei avante.

Para a minha surpresa eu não consegui alçar voo.

Em seguida uma voz onipresente me respondera:

“Até aqui, para fazer alguma coisa, você precisa ter fé.”

Eu nunca tive.